General Information |
|
| GDP | USD16.386bn (World ranking 117, World Bank 2014) |
| Population | 26.47 million (World ranking 47, World Bank 2014) |
| Form of state | Republic |
| Head of government | Filipe Nyusi |
| Next elections | 2019, presidential and legislatice |


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| GDP | USD16.386bn (World ranking 117, World Bank 2014) |
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| Form of state | Republic |
| Head of government | Filipe Nyusi |
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Data Protection Laws Not Found
(Abstract: The Penal Code was born in 1886, revised several times over the years, and last revised in 2006. The code provides that corruption is not allowed and clearly defines who will and how to be punished after committing corruption.)
ARTIGO 289
(Prevaricação dos advogados, técnicos jurídicos, assistentes jurídicos, procuradores judiciais e Ministério Público)
Será punido com suspensão temporária e multa correspondente de três meses até dois anos:
1º. – O advogado, técnico jurídico, assistente jurídico ou procurador judicial que descobrir os segredos do seu cliente, tendo tido deles conhecimento no exercício do seu ministério;
2º. – O que, tendo recebido de alguma das partes dinheiro ou outra qualquer coisa, por advogar ou procurar seu feito e demanda, ou tendo aceitado a procuração e sabido os segredos da causa, advogar, procurar ou aconselhar, em público ou secreto, pela outra parte, na mesma causa;
3º. – O que receber alguma coisa da parte contra quem procurar;
4º. – O agente do Ministério Público, que incorrer em algum dos crimes mencionados neste artigo, será demitido e condenado na referida multa, salvo se pela corrupção lhe dever ser imposta pena mais grave.
ARTIGO 316
(Percebimento ilegal de emolumentos)
Os empregados públicos não autorizados pela lei para levar às partes emolumentos ou salários, e bem assim aqueles que a lei autoriza a levar somente os emolumentos ou salários por ela fixados, se levarem maliciosamente por algum acto de suas funções o que lhes não é ordenado, ou mais do que lhes é ordenado, posto que as partes lhe queiram dar, serão punidos com a demissão ou suspensão, segundo as circunstâncias, e multa de um mês até três anos, salvas as penas de corrupção, se houverem lugar.
SECÇÃO VII
Peita, suborno e corrupção
ARTIGO 318
(Peita, suborno e corrupção de empregado público)
Todo o empregado público que cometer o crime de peita, suborno e corrupção, recebendo dádiva ou presente, por si ou por pessoa interposta, com sua autorização ou ratificação, para fazer um acto de suas funções, se este acto for injusto e for executado, será punido com a pena de prisão maior de dois a oito anos e multa correspondente a um ano; se este acto porém não for executado, será condenado em suspensão de um a três anos, e na mesma multa.
§ 1. – Se o acto injusto e executado for crime, a que pela lei esteja decretada pena mais grave, terá lugar a pena que, segundo a lei, dever ser imposta.
§ 2. – Se for um acto justo que o empregado seja obrigado a praticar, será suspenso até um anos, e condenado na multa correspondente a um mês.
§ 3. – Se a corrupção teve por fim a abstenção de um acto das funções do mesmo empregado, a pena será a de demissão ou a suspensão de um a três anos, e multa correspondente, segundo as circunstâncias.
§ 4. – A aceitação de oferecimento ou promessa será punida, observando-se as regras gerais sobre a tentativa; mas sempre haverá lugar a pena de demissão, se o acto for injusto e executado.
§ 5. – Se o empregado repudiou livremente o oferecimento ou promessa que aceitara, ou resistiu a dádiva ou presente que recebera, e livremente deixou de executar o acto injusto, sem que fosse impedido por motivo algum independente da sua vontade, cessará a disposição deste artigo.
§ 6. – As disposições deste artigo e seus parágrafos terão lugar também nos casos em que o empregado público, arrogando-se dolosamente ou simulando atribuição de fazer qualquer acto, aceitar oferecimento ou promessa, ou receber dádiva ou presente, para fazer esse acto ou não o fazer, salvas as penas mais graves da falsidade, se houverem lugar.
§ 7. – São igualmente aplicáveis aos árbitros as disposições deste artigo e seus parágrafos.
§ 8. – As penas determinadas nos artigos antecedentes são aplicadas aos peritos e a quaisquer outros que exercerem alguma profissão a respeito dos seus actos que forem, segundo a lei, requeridos para o desempenho do serviço público, excepto quando a lei os autorizar a regular com as partes o seu salário.
§ 9. – Nos casos dos dois últimos antecedentes parágrafos, a pena de demissão ou de suspensão será substituída pela suspensão do exercício da profissão ou pela suspensão dos direitos políticos não inferior a dois anos, salvo o disposto no artigo 241º, e sem prejuízo da pena mais grave em que possam ter incorrido por motivo dos referidos actos.
ARTIGO 319
(Corrupção de juízes)
Os juízes de instrução criminal, os juízes da causa e os juízes eleitos que forem corrompidos para ordenarem, ou pronunciarem, ou julgarem em matéria criminal, a favor ou contra alguma pessoa, depois da acusação, serão condenados a prisão maior de oito a doze anos e na multa de cinquenta milhões a duzentos milhões de meticais.
ARTIGO 320
(Agravação do crime previsto no artigo 319º)
Se por efeito da corrupção houver condenação a uma pena mais grave que a declarada no artigo antecedente, será imposta ao juiz, que se deixar corromper, essa pena mais grave e a multa declarada no artigo antecedente.
ARTIGO 321
(Corrupção activa)
Qualquer pessoa que corromper por dádivas, presentes, oferecimentos ou promessas qualquer empregado público, solicitando uma injustiça, comprando um voto ou procurando conseguir ou assegurar pela corrupção o resultado de quaisquer pretensões, será punida com as mesmas penas que forem impostas ao empregado corrompido, com a declaração de que as penas de demissão ou suspensão serão substituídas pela suspensão dos direitos políticos, não inferior a dois anos.
§ único – Quando o suborno tiver lugar em causa criminal a favor do réu, por parte dele mesmo, do seu cônjuge ou de algum ascendente ou descendente, ou irmão ou afim nos mesmos graus, a pena será a de multa de um a seis meses.
ARTIGO 322
(Aceitação de oferecimento ou promessa por empregado público)
Se o empregado público aceitar por si ou por outrem oferecimento ou promessa, ou receber dádiva, ou presente de pessoa que perante ele requeira despacho, ou que tenha negócio ou pretensão dependente do exercício de suas funções públicas, ser-lhe-ão aplicadas as disposições do artigo 318 e seus parágrafos.
ARTIGO 323º
(Perda a favor do Estado das coisas recebidas)
Serão sempre perdidas a favor do Estado as coisas recebidas por efeito da corrupção ou o seu valor.
SECÇÃO VIII
Disposições gerais
ARTIGO 324
(Cumplicidade dos superiores hierárquicos)
Todo o empregado público será considerado cúmplice, e punido segundo as regras gerais sobre a cumplicidade, no caso em que, sabedor de um crime cometido por empregado subalterno, que lhe deva directamente obediência, não empregar os meios que a lei lhe faculta, para que seja punido.
ARTIGO 325
(Punição dos empregados públicos)
Nos casos em que a lei não decretar especialmente as penas dos crimes de qualquer natureza, cometidos por empregados públicos, será imposta a pena do crime agravada ao empregado público, que por qualquer dos modos declarados no artigo 22º for cúmplice de um crime, que ele esteja encarregado de velar e obstar a que se cometa, ou de concorrer para que seja punido.
ARTIGO 326
(Punição dos empregados públicos nos casos não especificados)
Em todos os casos não designados neste capítulo, nos quais as leis ou regulamentos de cada um dos empregados públicos decretarem penas correccionais ou especiais, pela violação ou falta de observância de suas disposições, aplicar-se-ão essas penas com as seguintes declarações:
1. – Havendo somente negligência, não se imporá pela contravenção a pena de demissão, e será esta pena substituída pela de suspensão;
2. – Verificando se em qualquer caso e em qualquer tempo segunda reincidência, o empregado que duas vezes tiver sido condenado, será demitido;
3. – As disposições antecedentes aplicam-se aos factos da competência da jurisdição disciplinar.
ARTIGO 327
(Conceito de empregado público)
Para os efeitos do disposto neste capítulo, considera-se empregado público todo aquele que, ou autorizado imediatamente pela disposição da lei, ou nomeado por eleição ou por autoridade competente, exerce ou participa no exercício de funções públicas civis de qualquer natureza.
(Approved and enacted on 2 November 1990)
CHAPTER 7- THE OFFICE OF THE ATTORNEY-GENERAL
Article 176 1. The Office of the Attorney-General shall supervise and defend the established legal order and shall promote compliance with the law.
2. The Office of the Attorney-General shall be headed by the Attorney-General of the Republic. In case of absence or disability, the Deputy Attorney-General of the Republic shall substitute.
3. The Attorney-General shall be accountable to the President of the Republic, and shall provide annual reports to the Assembly of the Republic.
4. Assistant Attorney-Generals shall be appointed, exonerated and dismissed by the President of the Republic, after consultation with the Supreme Council of the Public Prosecutor.
Article 177 The law shall determine the structure, composition and operation of the Office of the Attorney-General and the Supreme Council of the Public Prosecutor.
Article 178 1. The Public Prosecutor’s Office shall constitute a hierarchically organized magistracy which is subordinate to the Attorney-General of the Republic.
2. In exercising their functions, the officers and agents of the Public Prosecutor’s Office shall be subject to the principles of legality, objectivity, impartiality, and those directives and orders which are within the terms of the law.
Article 179 The Public Prosecutor’s Office shall represent the State before the courts, shall control the legality and the duration of detentions, shall initiate criminal prosecution, shall enforce criminal sentences, and shall ensure the legal defense of minors and of absent or incapacitated persons.
(Approved by the Assembly of the Republic, on the 16th of November 2004.)
PUBLIC PROSECUTION SERVICE
Article 234
Definition
1. The Public Prosecution Service shall constitute a hierarchically organized magistracy, which is subordinate to the Attorney General of the Republic.
2. In the exercise of their functions, the judicial officers and agents of the Public Prosecution Service shall be subject to the criteria of legality, objectivity, impartiality and exclusive obedience to the directives and orders prescribed by law.
3. The Public Prosecution Service shall enjoy its own statute and autonomy, within the terms of the law.
Article 235
Nature
The Public Prosecution Service shall comprise a magistracy, the Office of the Attorney General of the Republic and subordinate offices.
Article 236
Functions
The Public Prosecution Service shall represent the State and defend such interests as the law may determine, and it shall control the legality and duration of detentions, shall conduct the institution of criminal proceedings, shall exercise penal authority, and shall ensure the legal defence of minors and absent or incapacitated persons.
Article 237
Office of Attorney General of the Republic
1. The Office of the Attorney General shall be the highest office of the Public Prosecution Service, and its organisation, composition and powers shall be defined by law.
2. The Attorney General of the Republic, assisted by the Deputy Attorney General of the Republic, shall head the Office of the Attorney General.
PUBLIC ADMINISTRATION
Article 249
Fundamental Principles
1. The Public Administration shall serve the public interests and, in the discharge of its functions, shall respect the fundamental rights and freedoms of citizens.
2. The offices and agents of the Public Administration shall owe obedience to the Constitution and the law, and shall act with respect for the principles of equality, of impartiality, of ethics and of justice.
OMBUDSMAN
Article 256
Definition
The Ombudsman is an office established to guarantee the rights of citizens and to uphold legality and justice in the actions of the Public Administration.
Article 257
Election
The Ombudsman shall be elected by a two-thirds majority of the deputies of the Assembly of the Republic, for a term which shall be determined by law.
Article 258
Independence
1. The Ombudsman shall be independent and impartial in the exercise of his functions and he shall owe obedience only to the Constitution and the laws.
2. The Ombudsman shall provide report annually on his activity to the Assembly of the Republic.
Article 259
Powers
1. The Ombudsman shall investigate the cases submitted to him. He shall not have power to make decisions about the cases, but shall submit recommendations to the appropriate offices to correct or prevent illegalities or injustices.
2. If the investigations of the Ombudsman lead to the conclusion that the Public Administration has committed serious mistakes, irregularities or violations, he shall inform the Assembly of the Republic, the Attorney General of the Republic and the central or local authority, with recommendations for pertinent measures.
Article 260
Duty to Collaborate
The offices and agents of the Public Administration shall be under a duty to collaborate with the Ombudsman in the exercise of his functions, should he so request.
Article 261
Statute, Procedures and Organisation
The law shall determine all other aspects pertaining to the statute, the procedures, and the organisational structure supporting the Ombudsman.
| Budget Autonomy | Yes |
|---|---|
| Annual Budget of the Agency | 50.075.000 MT |
| Per Capital Expenditure | 0.026 |
| Expeniture as % of the GDP | 0.003 % |
| Are employees protected by law from recrimination or other negative consequences when reporting corruption (i.e. whistle-blowing)? | Yes |
| Does your country have freedom of information legislation? | Yes |
| Does your country have conflict of interest legislation? | Yes |
| Does your country have a financial disclosure system to help prevent conflicts of interest? | No |
| Who appoints the head of your agency? | The Attorney General |
| Who has the authority to remove the head of the ACA? | The Attorney General |
| Is there any term limit for the head of the ACA? | No |
| Does your agency measure performance? | Yes |
| Full access to Government | Yes |
|---|
RECIPIENT
[STREET_TYPE] STREET_NAME, HOUSE_NUMBER [FLOOR] [APARTMENT]
POSTAL_CODE LOCALITY
MOZAMBIQUE
Sample
Eduardo Mbande
Avenida Ahmed Sekou Touré, 21
1100 MAPUTO
MOZAMBIQUE
| Mozambique GDP | Last | Previous | Highest | Lowest | Unit | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| GDP | 15.32 | 14.38 | 15.32 | 1.97 | USD Billion | |
| GDP Growth Rate | 0.90 | 0.50 | 7.70 | -1.90 | percent | |
| GDP Annual Growth Rate | 7.00 | 7.60 | 15.30 | -2.50 | percent | |
| GDP Constant Prices | 90018.00 | 107142.00 | 118479.00 | 19407.00 | MZM Million | |
| GDP per capita | 435.73 | 416.13 | 435.73 | 141.84 | USD | |
| GDP per capita PPP | 1012.09 | 968.19 | 1012.09 | 408.55 | USD | |
| Gross Fixed Capital Formation | 81974.00 | 64722.00 | 81974.00 | 28374.00 | MZN Million |